segunda-feira, 30 de junho de 2008
A família Brito Cruz e a Srta. Maria Amélia continuam a aparecer diariamente nos meus visitantes diários do orkut.
Amar Não Tem Preço, com a atriz de Amélie.
Divertido. É estranho ver ela. Aliás, ela tem uma certa preferência por acabar os filmes em garupas de motos dos "mocinhos", não?
Daniel e seus monólogos no meio da rua. E a mulher no celular no metrô. A vontade de ir no banheiro e o dedinho na boca.
Bob e suas teorias sobre tocar piano às quatro da manhã. E a história do empadão, que eu assustei ele. Minha perna ta doendo, mas ela não é do Endo, porque ela é minha!
David e seus lanches judeus.
O Daniel e o Bob me fazem rir muito. E eles são tão... diferentes do resto da humanidade. Sei lá. Adoro. =]
Divertido. É estranho ver ela. Aliás, ela tem uma certa preferência por acabar os filmes em garupas de motos dos "mocinhos", não?
Daniel e seus monólogos no meio da rua. E a mulher no celular no metrô. A vontade de ir no banheiro e o dedinho na boca.
Bob e suas teorias sobre tocar piano às quatro da manhã. E a história do empadão, que eu assustei ele. Minha perna ta doendo, mas ela não é do Endo, porque ela é minha!
David e seus lanches judeus.
O Daniel e o Bob me fazem rir muito. E eles são tão... diferentes do resto da humanidade. Sei lá. Adoro. =]
domingo, 29 de junho de 2008
Os primeiros passos para a finalização do blog já começaram... eu odeio ele profundamente. Haha...
Mas fica aí, por enquanto.
Eu não me dou bem com blogs. Acabo criando uma porção deles.
Aqui no blogger tenho uns sete ou oito. No weblogger, que usava antes, tinha uns quinze, vinte... E 60% deles não tem nada escrito.
Aliás, eu falei com o David demais hoje à noite, minha linguagem ta muito matemática.
Mas fica aí, por enquanto.
Eu não me dou bem com blogs. Acabo criando uma porção deles.
Aqui no blogger tenho uns sete ou oito. No weblogger, que usava antes, tinha uns quinze, vinte... E 60% deles não tem nada escrito.
Aliás, eu falei com o David demais hoje à noite, minha linguagem ta muito matemática.
SAUDADE
Por que sinto falta de você? Por que está saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro.
Sua amizade me faz sonhar com um carinho,
Um caminhar, a luz da lua, a beira mar.
Saudade este sentimento de vazio que me tira o sono
me fazendo sentir num triste abandono, é amizade eu sei, será amor talvez...
Só não quero perder sua amizade, esta amizade...
Que me fortalece me enobrece por ter você.
Machado de Assis
SAUDADE
Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas
pessoas?"
Diremos... que eram nossos amigos... e isso vai doer tanto!
"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto, reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Fernando Pessoa
Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.
Clarice Lispector
Por que sinto falta de você? Por que está saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro.
Sua amizade me faz sonhar com um carinho,
Um caminhar, a luz da lua, a beira mar.
Saudade este sentimento de vazio que me tira o sono
me fazendo sentir num triste abandono, é amizade eu sei, será amor talvez...
Só não quero perder sua amizade, esta amizade...
Que me fortalece me enobrece por ter você.
Machado de Assis
SAUDADE
Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas
pessoas?"
Diremos... que eram nossos amigos... e isso vai doer tanto!
"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto, reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Fernando Pessoa
Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.
Clarice Lispector
Hoje, durante as primeiras horas do dia, eu fiz um icosaedro estrelado (vulgo 'blublu') de origami modular com flyers do grêmio enquanto lia SuperInteressante e Como Me Tornei Estúpido, ouvia Pink Floyd (A Momentary Lapse of Reason) e comia toblerones trazidos pela mamãe, tudoaomesmotempo.
Isso me lembra o Lucas ontem, ensinando como uma pessoa pode beber e fumar (e tem a variação, que adiciona cheirar) ao mesmo tempo.
Isso me lembra o Lucas ontem, ensinando como uma pessoa pode beber e fumar (e tem a variação, que adiciona cheirar) ao mesmo tempo.
Assim: Sexta eu pretendia ir no Vera depois da prova deles, encontrar pessoas, quem sabe ir no maracatu. Enfim, eu acordei à uma e tanto e isso levou meus planos por água abaixo.
Ok. Então resolvi ir na casa da Fernanda. Tudo combinado, chego lá, a empregada dela abre a porta e não sabe me dizer se ela tá ou não em casa. Subo no quarto dela, fuço algumas coisas, procuro pelo irmão dela. Aquela casa é um buraco negro! Acabo descobrindo pela Jade (que não estava lá, detalhe importante) que o irmão dela e a prima da Espanha estão no quartinho escondido do porão. Desço e fico com eles até elas chegarem. O resto do dia foi relativamente normal, a gente foi no parque, os pirralhinhos que eu não via há muito tempo ficaram me enchendo, foi divertido revê-los, são incômodos que eu gosto muito.
Aí a Lice (?!) veio me buscar e a gente foi ver Jogando no Quintal. Normal, mudamos de lugar porque tava muito vazio, e é quando o capitão do time laranja (se você nunca viu não vai entender nada, mas ok) foi escolher alguém da platéia pra passar a faixa de capitão. Ele começou a falar que quando tinha nove anos, fez um pedido pra Deus, que se ele realmente existisse era pra mandar um sinal e tal, e que nada aconteceu e isso o desiludiu, mas hoje (ontem...) algo mágico havia ocorrido. Enquanto percorria os olhos pela platéia, avistou a imagem que ele tinha de Deus aos nove anos... Então ele começou a andar na direção do pai do Nonô e eu, a Lice, o Nonô e o Dênis morreeeeeemos de rir. (detalhe1: eu tinha alguns minutos antes comentado pra Alice como chegamos à conclusão que o pai do Nonô era o papai noel, detalhe2: os três tinham pego uns 5 copinhos de caipirinha que eles entregam no começo... xD)
Aí eu resolvi que ia dormir na Lice e a bateria do meu celular tinha acabado. Quase meia noite, eu ligo pro meu pai, a última notícia que ele teve de mim foi quando me deixou na casa da Fernanda, eu falei que ia dormir lá ele falou algo com menos de cinco palavras e foi isso. Isso ás vezes me assusta. Enfim... o irmão da Babi tava lá.
Hoje, fomos pro Villa Lobos (ai meu pai do Nonô, só agora to me tocando o quanto isso vai ficar longo!). Começamos a ver baralhos num 'kioske' de baralhos, e o vendedor de algum modo descobriu que gostávamos de Beatles e ficou surpreso. Depois, ele viu uma forma legal que tínhamos feito e quis pra ele. Dissemos que não, mas que fazíamos uma pra ele. Subimos até o Spoleto, começamos a pegar aqueles flyers liiindos quando a mulherzinha começou a olhar diretamente pra gente a menos de dez centímetros de mim. A gente tava com uns 20 na mão. Lice: corre!, e a gente saiu correndo. Aí, sentamos num sofazinho da cultura e começamos a fazer. Entregamos pra ele, ele adorou e tal. Depois, a gente começou a andar conversando e TODO caminho que a gente fazia acabava voltando pro 'kioske'!! Ou a gente ia em direção a uma escada que subia querendo descer, foi uma beleza, a gente saia pela saída errada... isso que é o shopping que a gente conhece demais. Enfim.
Fomos (à pé!!) pra festa junina da Rafa, do primeiro. Deu muuita dó dela. Tinha quilos e mais quilos de comida, uma decoração muito boa e tal, mas tinha a gente, três meninas que falavam inglês (x) e o pessoal do Santa Liga do terceiro. No fim todo mundo se fechou num grupinho sem ela. Na verdade ela nem tentou falar com eles, sei lá, mas deu muita pena. Sei lá, na verdade a gente ofi embora cedo porque íamos assistir a Megera Domada.
Fomos ao teatro, fila enorme, não deu pra comprar. Ok. Volta. O Denis tinha um papelzinho com o caminho que o 'papai noel' (haha) tinha escrito, mas o Nonô é a pessoa mais perdida da face da Terra. Mesmo, vale a pena andar com ele, é uma experiência na vida. Algumas pérolas: "Passar o viaduto... Como eu acho o viaduto? Isso é o viaduto? [...] ah, achei o viaduto!", "23 de maio" - "Nonô, é TREZE de maio!!" - "ta, ta bom, 13 de maio, como eu acho a 13 de maio?" - "Nonô, a gente TA na treze de maio!!". Ta, nem fica tão engraçado contando, digo apenas que a gente conseguiu voltar duas vezes pro teatro ("sentido Consolação, vamos pra Paulista..."), quase ir pra zona leste, passar perto de uma favela e ir parar na frente do Ponto Chic. Segundo o Denis, o Nonô conseguiu se perder duas vezes na praça Panamericana.
Isso eu escrevi ontem.
Ok. Então resolvi ir na casa da Fernanda. Tudo combinado, chego lá, a empregada dela abre a porta e não sabe me dizer se ela tá ou não em casa. Subo no quarto dela, fuço algumas coisas, procuro pelo irmão dela. Aquela casa é um buraco negro! Acabo descobrindo pela Jade (que não estava lá, detalhe importante) que o irmão dela e a prima da Espanha estão no quartinho escondido do porão. Desço e fico com eles até elas chegarem. O resto do dia foi relativamente normal, a gente foi no parque, os pirralhinhos que eu não via há muito tempo ficaram me enchendo, foi divertido revê-los, são incômodos que eu gosto muito.
Aí a Lice (?!) veio me buscar e a gente foi ver Jogando no Quintal. Normal, mudamos de lugar porque tava muito vazio, e é quando o capitão do time laranja (se você nunca viu não vai entender nada, mas ok) foi escolher alguém da platéia pra passar a faixa de capitão. Ele começou a falar que quando tinha nove anos, fez um pedido pra Deus, que se ele realmente existisse era pra mandar um sinal e tal, e que nada aconteceu e isso o desiludiu, mas hoje (ontem...) algo mágico havia ocorrido. Enquanto percorria os olhos pela platéia, avistou a imagem que ele tinha de Deus aos nove anos... Então ele começou a andar na direção do pai do Nonô e eu, a Lice, o Nonô e o Dênis morreeeeeemos de rir. (detalhe1: eu tinha alguns minutos antes comentado pra Alice como chegamos à conclusão que o pai do Nonô era o papai noel, detalhe2: os três tinham pego uns 5 copinhos de caipirinha que eles entregam no começo... xD)
Aí eu resolvi que ia dormir na Lice e a bateria do meu celular tinha acabado. Quase meia noite, eu ligo pro meu pai, a última notícia que ele teve de mim foi quando me deixou na casa da Fernanda, eu falei que ia dormir lá ele falou algo com menos de cinco palavras e foi isso. Isso ás vezes me assusta. Enfim... o irmão da Babi tava lá.
Hoje, fomos pro Villa Lobos (ai meu pai do Nonô, só agora to me tocando o quanto isso vai ficar longo!). Começamos a ver baralhos num 'kioske' de baralhos, e o vendedor de algum modo descobriu que gostávamos de Beatles e ficou surpreso. Depois, ele viu uma forma legal que tínhamos feito e quis pra ele. Dissemos que não, mas que fazíamos uma pra ele. Subimos até o Spoleto, começamos a pegar aqueles flyers liiindos quando a mulherzinha começou a olhar diretamente pra gente a menos de dez centímetros de mim. A gente tava com uns 20 na mão. Lice: corre!, e a gente saiu correndo. Aí, sentamos num sofazinho da cultura e começamos a fazer. Entregamos pra ele, ele adorou e tal. Depois, a gente começou a andar conversando e TODO caminho que a gente fazia acabava voltando pro 'kioske'!! Ou a gente ia em direção a uma escada que subia querendo descer, foi uma beleza, a gente saia pela saída errada... isso que é o shopping que a gente conhece demais. Enfim.
Fomos (à pé!!) pra festa junina da Rafa, do primeiro. Deu muuita dó dela. Tinha quilos e mais quilos de comida, uma decoração muito boa e tal, mas tinha a gente, três meninas que falavam inglês (x) e o pessoal do Santa Liga do terceiro. No fim todo mundo se fechou num grupinho sem ela. Na verdade ela nem tentou falar com eles, sei lá, mas deu muita pena. Sei lá, na verdade a gente ofi embora cedo porque íamos assistir a Megera Domada.
Fomos ao teatro, fila enorme, não deu pra comprar. Ok. Volta. O Denis tinha um papelzinho com o caminho que o 'papai noel' (haha) tinha escrito, mas o Nonô é a pessoa mais perdida da face da Terra. Mesmo, vale a pena andar com ele, é uma experiência na vida. Algumas pérolas: "Passar o viaduto... Como eu acho o viaduto? Isso é o viaduto? [...] ah, achei o viaduto!", "23 de maio" - "Nonô, é TREZE de maio!!" - "ta, ta bom, 13 de maio, como eu acho a 13 de maio?" - "Nonô, a gente TA na treze de maio!!". Ta, nem fica tão engraçado contando, digo apenas que a gente conseguiu voltar duas vezes pro teatro ("sentido Consolação, vamos pra Paulista..."), quase ir pra zona leste, passar perto de uma favela e ir parar na frente do Ponto Chic. Segundo o Denis, o Nonô conseguiu se perder duas vezes na praça Panamericana.
Isso eu escrevi ontem.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Não sei se eu me toquei que eu fiz quatro planos diferentes pra uma mesma sexta-feira, cujo plano inicial era apenas acordar tarde e estar de férias.
domingo, 22 de junho de 2008
Apresentação de violão hoje. Eu não havia ensaiado minha música nenhuma vez. Meu professor queria que eu tocasse e cantasse.
11h - Sou despertada de meu curto e até então tranquilo sono por um berro do meu pai e uma batida da minha porta. Levanto e calmamente me troco. A apresentação começava às 11h, estamos atrasados.
11h20 - Saímos de casa, quatro pessoas sonolentas e dois violões.
11h30 - Chegamos no Tom Sobre Tom. Um garoto da minha classe cujo nome não sei escrever estava tocando. Não sabia que ele fazia aula nesse fim de mundo como eu. Surpresa.
11h45 - Cadê o Fábio? Resolvo que não vou tocar, minha apresentação seria ao meio dia, não ensaiei nenhuma vez!
11h55 - Fábio chega. Está na última apresentação, já foi anunciado que não teria Lilly Braun. Ele insiste e vamos pra salinha de ensaio. Aprendo uma parte da música que havia esquecido e passamos a música inteira uma vez. Aplaudem as garotas e entramos no palco. Tocamos improvisadamente e ficou muito bom. Cara, meu professor é maluco.
11h - Sou despertada de meu curto e até então tranquilo sono por um berro do meu pai e uma batida da minha porta. Levanto e calmamente me troco. A apresentação começava às 11h, estamos atrasados.
11h20 - Saímos de casa, quatro pessoas sonolentas e dois violões.
11h30 - Chegamos no Tom Sobre Tom. Um garoto da minha classe cujo nome não sei escrever estava tocando. Não sabia que ele fazia aula nesse fim de mundo como eu. Surpresa.
11h45 - Cadê o Fábio? Resolvo que não vou tocar, minha apresentação seria ao meio dia, não ensaiei nenhuma vez!
11h55 - Fábio chega. Está na última apresentação, já foi anunciado que não teria Lilly Braun. Ele insiste e vamos pra salinha de ensaio. Aprendo uma parte da música que havia esquecido e passamos a música inteira uma vez. Aplaudem as garotas e entramos no palco. Tocamos improvisadamente e ficou muito bom. Cara, meu professor é maluco.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
Fiquei com vontade de tomar sorvete. Eu e meu irmão juntamos moedinhas (que na verdade é meu dinheiro, mas ok) e descemos na padaria. Faz tempo que a gente não faz isso, na verdade a gente nunca faz isso. Aliás, os preços são um absurdo! Um eskibon (que nem tem palito!) de morango custa R$ 3,30!
A idiota aqui deixou um quadradinho em branco na prova de filosofia. Talvez eu tenha errado algumas por marcação errada no gabarito... Enfim... Passei, mesmo com os erros técnicos, então tudo bem.
Eu to muito brava com algumas pessoas e meio irritada com muita gente.
E a Rê e eu somos a mesma pessoa, foi comprovado.
E a matéria do terceiro é mais legal (mas ano passado a matéria do segundo era o máximo...)
O Roberto é genial, a Mônica é muito legal.
Eu to muito brava com algumas pessoas e meio irritada com muita gente.
E a Rê e eu somos a mesma pessoa, foi comprovado.
E a matéria do terceiro é mais legal (mas ano passado a matéria do segundo era o máximo...)
O Roberto é genial, a Mônica é muito legal.
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