sexta-feira, 9 de maio de 2008
co-incidências (---> alguém me dê um tiro por favor)
Estávamos nós voltando do Max, eu, David, Débora e Alê, eles indo pegar o metrô até a escola, eu para ir de algum modo indefinido para casa. Vejo, então, na esquina da estação, um rosto conhecido. Segundos depois, reconheci aquele rosto de seis anos atrás - é claro, ela havia crescido, mas continuava sendo a Gabi que estudou comigo na quarta série. Abri minha boca para comentar isso quando nosso movimento foi bruscamente interrompido por um David saltitante. O gaitista havia visto um dos seus, um homem ao lado de um muro tocando violino, e parou para ouvir. Conversamos com ele, tocamos juntos e tal. Então, do outro lado da rua, vejo um novo rosto familiar. Sei que conheço a pessoa - não - sei que deveria saber bem quem ela é. Mas não me vêm à mente. Quando chega mais perto, percebo que, por trás dos óculos novos, é a Carol, que estudou comigo na sétima e oitava. Olás e tchaus, os três foram embora também e eu fiquei ouvindo o Rodrigo tocar, até meu pai chegar com meu primo de Porto Alegre. Isso é uma descrição do meu dia com uma tentativa involuntária de romantizá-lo, não foi de propósito, o objetivo era mesmo descrever, mas o quão mágico é chegar na rua e falar com um músico assim, sem mais nem menos, e ainda cruzar com duas figuras conhecidas do passado?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário